Campanha de vacinação contra a raiva


Quem nunca ouviu a expressão “agosto, mês do cachorro louco”? Muito comum entre os mais velhos, a frase faz referência ao mês de campanha da vacinação contra a raiva canina. Sua origem surgiu da observação do aumento de casos da doença nesta época do ano, causado pela maior incidência de cadelas no cio e as disputas entre os machos. Os cães brigavam entre si para decidir quem iria acasalar e com isso, provocavam uma maior contaminação da doença.


A raiva é transmitida principalmente pela saliva do animal infectado. Através de uma mordida, o vírus penetra no corpo pela ferida, entrando em contato com o sistema nervoso até chegar ao cérebro. Além disso, a doença também pode ser transmitida de forma indireta. Ou seja, o pet pode ser contaminado após lamber ou morder um objeto que teve contato com um animal com raiva.


Existem dois tipos de raiva canina, a furiosa, quando o cachorro fica muito agressivo (até mesmo com a própria família), e a muda, em que o pet dá pouquíssimos sinais da doença. Entre os principais sintomas, nos dois casos, estão: agressividade, saliva excessiva, ansiedade, lambedura, medo, depressão, paralisia, convulsão, aversão a água e desconfiança.


A raiva canina não tem cura. Isto porque, em quase 100% dos casos, é fatal para o pet. Vale ressaltar que não há nenhum tipo de tratamento para o animal que apresentar os sintomas. Dessa forma, a vacina antirrábica atua como única forma de prevenção e proteção contra a doença e deve ser tomada anualmente a partir dos 3 meses de vida. A vacinação também atua na diminuição dos casos em humanos, já que 95% dos casos resultam de mordidas de cães raivosos.


Converse com o veterinário do seu pet e mantenha sempre as vacinações em dia. Anualmente, prefeituras de diversas cidades pelo país, realizam a imunização gratuitamente neste mês, consulte a agenda do município em que você mora. Não deixe de cuidar da saúde do seu melhor amigo.

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